8. Transferências Caras Mesmo com o Pix
Desde a chegada do Pix, as taxas de TED e DOC deveriam ter caído no esquecimento. No entanto, um sinal de taxas abusivas do banco é a insistência em cobrar valores abusivos (chegando a R$ 20,00 por operação) quando o cliente, por hábito ou erro de interface, escolhe o método tradicional. Pior ainda é quando o banco cobra de empresas (PJ) pelo uso do Pix, com taxas que variam conforme o valor da transação.
Para pessoas físicas, o Pix deve ser gratuito na maioria das situações. Se você notar qualquer cobrança de tarifa ao enviar ou receber um Pix, desconfie imediatamente. Algumas instituições configuram as chaves de forma a induzir cobranças comerciais em contas de pessoas físicas que recebem muitos depósitos, o que pode ser contestado se você não for um estabelecimento comercial de fato.
Mantenha-se informado sobre as regras do Banco Central. Use aplicativos de controle financeiro (ex: Mobills ou Organizze) para monitorar cada saída de dinheiro. Se o seu banco insiste em cobrar por transferências que deveriam ser gratuitas, é um sinal claro de que a instituição não respeita a modernização financeira e está apenas tentando extrair o máximo de lucro de você.
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