4. Krispy Kreme: O doce que amargou
A Krispy Kreme é um fenômeno global, mas no Brasil sua tentativa de entrada foi um erro logístico clássico. A marca depende de um frescor extremo de seus produtos, e a estrutura de distribuição brasileira, com seus gargalos e custos de transporte, tornou a operação inviável financeiramente. Manter o padrão de qualidade exigido pela matriz americana custava caro demais para o preço que o consumidor estava disposto a pagar por uma rosquinha, por mais famosa que fosse.
Para o empreendedor iniciante, o caso Krispy Kreme ensina que a viabilidade técnica não garante a viabilidade financeira. Você pode ter um produto incrível, mas se a logística para entregá-lo consome todo o seu lucro, o negócio é natimorto. É preciso calcular cada centavo do custo de distribuição antes de escalar qualquer operação de franquia. A marca acabou desistindo do país antes mesmo de se tornar popular, deixando os fãs órfãos e os investidores com um gosto amargo na boca. O foco excessivo no produto e pouco foco na eficiência da cadeia de suprimentos foi fatal.
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